sexta-feira, 21 de abril de 2017

Motorcycle Rock vai agitar Limeira em maio




A cidade de Limeira, no interior de São Paulo, será palco de mais um encontro de motociclistas. No primeiro final de semana do mês de maio, nos dias 4, 5, 6 e 7, Limeira vai sediar a edição 2017 do Motorcycle Rock Limeira. Além de muito rock’n’roll, com a apresentação de diversas bandas cover, o evento, que será realizado no Horto Florestal, irá reunir o melhor da cultura motociclística.

Com a expectativa de receber cerca de 60 mil visitantes, o evento contará com uma infraestrutura grandiosa. Será montado um pequeno shopping que irá abrigar as principais marcas do segmento e inúmeras lojas de assessórios. Esta edição do Motorcycle Rock Limeira contará ainda com um bar temático, com exposição de motos clássicas e Café Racers e venda de cervejas artesanais. Já a praça de alimentação será ampliada e terá no cardápio a opção por lanches mais sofisticados e Food Trucks.

Mas o grande atrativo do Motorcycle Rock Limeira está no palco. A experiência de assistir aos shows será ainda mais emocionante com o gigantesco painel de LED de 15 metros comprimento e uma megaestrutura de iluminação que serão montados na parte superior do palco. E para animar os visitantes, nada melhor do que o bom e velho rock’n’roll. A agenda de apresentações desta edição contará com as bandas cover de Guns N'Roses, AC/DC, Queen, Creedance, entre outras.

Para participar do Motorcycle Rock Limeira basta retirar as entradas no local. O pacote para os três dias custará R$ 20 e o ingresso para apenas um dia de evento, R$ 10. Já na quinta-feira (4), abertura do evento, a entrada será liberada.

Agenda de Shows !!  

Quinta (4) - Abertura dos portões: 19h - ENTRADA FRANCA
Shows com  O Rappa e Eu, a Véia e os Caras

Sexta (5):  Abertura dos portões: 18h
Show com Guns N’Roses, AC/DC, Kiss 

Sábado (6): Abertura dos portões: 12h
Show musicais com: Desmo Band, Evil Barbucue, System OF a Down & Linkin Part,  Aerosmith, Queen e Ozzy Osbourne;
Freestyle Motocross - 22h

Domingo (7): Abertura dos portões: 10h
Dirtymad, Creedence, Laranja Oliva, Legião Urbana
Freestyle Motocross - 15h
Entre outras atrações como:  motorcycle girls, tirolesa, barbearia, tatoo e acessórios.

* Programação sujeita a alterações sem prévio avise.



SERVIÇO:  
Motorcycle Rock Limeira
Quando: dias 4, 5, 6 e 7 de maio de 2017;
Onde: Horto Florestal de Limeira;
Endereço: Via Prefeito Jurandyr Paixão de Campos Freire, km 4, s/n - Tatu, Limeira (SP)
Entrada: R$ 10,00 por dia. Pacote para os  três dias de evento:  R$ 20.
Quinta-feira - ENTRADA FRANCA

Confira o clipe oficial do Motorcycle Rock Limeira de 2017: http://migre.me/wiyaH



Fonte: Assessoria de imprensa do evento





quinta-feira, 13 de abril de 2017

Yamaha MT-07, sinônimo de adrenalina e agilidade



Yamaha MT-07 na cor vermelha metálica (Magma red): bonita que só ela
Fotos: Élcio Alves
 Texto: Jorge Massarolo

Rápida, fácil de pilotar e estilosa. Estes três adjetivos talvez sejam insuficientes para definir a MT-07, a bicilíndrica da Yamaha que cada vez mais vem ganhando admiradores com seu design agressivo, performance e tecnologia de ponta. Lançada em 2015, a integrante da família Master of Torque da Yamaha (MT) é uma máquina de 700 cilindradas que pode ser usada no dia a dia, ou para dar aquele passeio descontraído no fim de semana. Conforto, praticidade e energia não lhe faltam. Além de tudo, é econômica para a categoria. O preço sugerido pelo fabricante para a versão ABS 2017 é de R$ 31.690,00. 

No ano passado experimentei as duas irmãs mais “velhas” da 07, a MT-09 e a Tracer, motos explosivas em aceleração e desempenho, e devo dizer que a MT-07, apesar de menor potência, segue a mesma linha da família.


Visual da MT-07 transmite a sensação de velocidade, agilidade e leveza




















A força desta máquina vem do motor desenvolvido especialmente para ela, um DOHC com dois cilindros em linha, baseado na tecnologia Crossplane, de 689 cilindradas que alcançam 74,8 cv a 9.000 rpm, e torque de 6,9 kgfm a 6.500 rpm. Isso significa que a resposta ao giro do acelerador é instantânea e o piloto tem que dosar a mão para não ver a moto ir embora sozinha. Não há controle de tração ou mapeamento do motor, o que faz dela uma moto “selvagem”, mas controlada. O motor também é econômico para a categoria. Na avaliação feita pelo Correio o consumo ficou entre 20km/l e 23km/l, tudo depende da mão do piloto.


Estilo naked deixa toda musculatura à vista: força do  motor





















A MT-07 carrega o que a Yamaha chama de "visualização de performance", onde o design transmite a sensação de velocidade, agilidade e leveza, características comuns à toda família MT. É possível enxergar esses traços em detalhes, como o desenho em “Z”, formado pelas entradas de ar e a ponteira do escapamento. Design reforçado pelo tanque de combustível, com capacidade para 14 litros, no formato poligonal com painéis laterais de plástico, onde ficam as entradas de ar, farol em forma de diamante (que ilumina muito bem) e também na traseira elevada, onde fica a lanterna em LED.

O assento para o passageiro, a 805 milímetros (mm) do chão, em formato triangular e bipartido, reforça a silhueta esportiva. Já o banco do passageiro, mais elevado e com fina camada de espuma, oferece pouco conforto.

Visual futurístico e motor esperto garantem um belo passeio























Graças ao seu porte “esbelto”, 745mm de largura, ela manda muito bem nos corredores entre os carros e tem um bom ângulo de esterço, facilitando enormemente as manobras. É como se estivesse pilotando uma moto de 250 ou 300 cilindradas. A posição de pilotagem é confortável e não cansa mais que o normal, no entanto, a falta de carenagem faz o piloto brigar com o vento na estrada.

É uma naked com toda musculatura e nervura exposta. O que não poderia ficar bem em outra moto, na MT-07 fica bonito, deixa transparecer força e agilidade. Ela pesa 179kg na versão Standart e 182kg na versão com ABS. O quadro de aço foi projetado para deixar ela leve, compacta e ágil.

A suspensão dianteira é do tipo garfo telescópico, com 130mm de curso e 35mm de diâmetro interno, e a traseira é Monocross, com nove tipos de regulagem. O conjunto garante uma pilotagem esportiva e faz a MT-07 encarar muito bem as curvas, transmitindo segurança ao piloto. Os freios são formados, tanto na versão ABS como STD, por dois discos flutuantes de 282mm na dianteira e um de 245mm na traseira. São ariscos, basta beliscar manete e pedal.
























As leituras de desempenho do motor, e também do piloto, são facilmente visualizadas no painel digital. Com display em LCD, ele tem relógio, indicadores de marcha e combustível; o conta giros em barras, entre 4.000 a 8.000 rpm indica, além da rotação, a faixa de maior torque. Ainda tem hodômetro total e parcial, consumo médio, instantâneo, hodômetro parcial de reserva de combustível, temperatura do líquido de arrefecimento, temperatura do ar de admissão e o indicador “Eco”, que mostra quando o motor está trabalhando na faixa econômica.

Painel em LCD é completo e oferece uma boa leitura ao piloto: indicador de marcha, rpm em barras e computador de bordo





















Graças a soma destas características e a boa tecnologia embarcada, a MT-07 vem crescendo nas vendas ano a ano, superando a irmã, digamos assim, mais velha e muito querida por uma legião de fãs, a XJ6 (o ronco do motor não é igual da XJ, mas é grave e encorpado). Se você quer uma moto ágil, bonita, potente, e divertida, a MT-07 é a pedida.





Yamaha chama proprietários da MT-09 e Tracer para recall


Modelos MT-09 e MT-09 Tracer são chamados para troca do suporte do guidão




A Yamaha Motor da Amazônia Ltda. convoca os proprietários das motocicletas modelos MT-09 e MT-09 TRACER, modelos 2015 a 2017, conforme numeração de chassis abaixo, para entrarem em contato com uma concessionária autorizada para agendar a substituição gratuita dos suportes do guidão.





Motocicleta
Modelos
A partir do chassi
Até o chassi
MT-09
2015 a 2017
9C6RN3520F0000001
9C6RN3520H0000300
MT-09 TRACER
2016 a 2017
9C6RN3550G0000011
9C6RN3550H0000660


Embora não se tenha conhecimento da ocorrência de acidentes no Brasil, caso seja aplicada frequente força excessiva sobre o guidão, poderá ocorrer o desgaste da pintura da base dos suportes do guidão, e em situações extremas o desprendimento do prisioneiro em decorrência da vibração do motor, permitindo o deslocamento do guidão da posição original.

Tempo médio de atendimento: 30 minutos.

Mais informações pelo site www.yamaha-motor.com.br
ou ligue para 0800 774 3738, no horário comercial.



sábado, 18 de março de 2017

Yamaha XJ6N 2018 chega com mudança de cores, grafismo e regulagem do banco





Yamaha XJ6N ABS na cor Racing Blue (azul metálico): novas cores e novo grafismo
Fotos - Divulgação Yamaha




















Texto - Jorge Massarolo

Apaixonados e doidos pela Yamaha XJ6N ABS podem ficar tranquilos. O modelo, reconhecido pelo seu design esportivo, robustez, potência e ronco do motor, chega às concessionárias da marca com novas cores, grafismos e agora também com regulagem na altura do banco. Ela vem nas cores nas cores Racing Blue (azul metálico) e Matt Grey (cinza metálico) com o preço sugerido pela fabricante de R$ 33.990,00.

Fora esse “facelift”, continua tudo igual na naked, que todos os anos é ameaçada de “extinção” por boatos nas redes sociais. A boataria começou quando a MT-07 foi lançada, em 2015. A verdade é que dados da Abraciclo, (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas) mostram que a XJ6 vem perdendo em vendas para a MT. No ano passado a MT-07 vendeu praticamente 500 unidades a mais que a XJ6 (1.417 para MT-07 e 919 para XJ6). Mas isso não significa sua retirada do mercado, garante a marca japonesa. “Não temos nenhuma informação sobre a descontinuidade da XJ6, um modelo muito inspiracional e que tem fãs cativos”, garante a assessoria de imprensa da Yamaha.

Que assim seja. Sempre ouvi muitos elogios sobre a XJ6N e considerava até um certo exagero. Mas ela me surpreendeu. Em um teste ride o que mais impressionou é a capacidade que ela tem de resgatar velocidade “lá de baixo” e levá-la ao máximo em questão de segundos. Em sexta marcha, a 60km/h, você puxa o acelerador e a velocidade vai subindo, sem o motor “cabecear”, passa dos 100km/h, 120km/h e continua subindo. Uma maravilha e bastante útil tanto no trânsito pesado da cidade como na estrada, pois evita a troca constante de marchas.

Ronco grave


Outra característica marcante é o seu ronco grave, forte, que apaixona logo de cara e faz você querer acelerar mais. Esse ronco, porém, também me fez pensar que estava sobrando motor mesmo em sexta marcha, e aí, de vez em quando ficava cutucando o pedal à procura da sétima marcha. Nesta hora faz falta o indicador de marcha. Falando em ronco, já que ele enfeitiça os apaixonados como o canto da sereia, o escapamento é um detalhe importante. É um 4-2-1 que termina em uma pequena ponteira localizada sob o motor, onde está alojado o abafador e o catalisador. Além de bonito, concentra a massa da moto e melhora o centro de gravidade.
Yamaha XJ6N ABS na cor Matt Grey (cinza metálico)




















A elasticidade da XJ6N vem do motorzão de 600 cilindradas, 16v DOHC, refrigeração líquida, de quatro cilindros em linha, que geram 77,5 cavalos de potência a 10 mil rpm (torque máximo a 6,08 Kfg a 8.500 rpm), distribuídos por uma transmissão de seis velocidades. O torque e a potência são lineares, ou seja, a velocidade vai subindo gradualmente sem trancos no acelerador. Isso a torna moto rápida, fácil de conduzir no trânsito e confortável na estrada. Claro, como toda naked, o piloto segura o vento no peito, o que torna uma longa tocada mais cansativa.

Para segurar esta fera a Yamaha adotou freios ABS duplo de 298 milímetros de diâmetro na dianteira e simples de 245 mm na traseira. A suspensão traseira monocross conta com sete regulagens, a gosto do piloto. O chassi é do tipo diamante em tubos de aço com as dimensões e a geometria desenvolvidas para assegurar uma ótima maneabilidade. Ajudam nesse desempenho o pneu dianteiro com as medidas 120/70 e o traseiro de 160/60, ambos da marca Metzeler.

Painel


O elegante painel digital vem com o básico: velocímetro, hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), mais hodômetro (f-trip) - que conta quantos quilômetros ainda é possível rodar com a gasolina reserva -, marcador do nível de combustível e relógio digital, além de luzes espias, incluindo a indicativa do sistema imobilizador. Já o conta-giros é analógico, perfeito para os esportivos que adoram ver o ponteiro chegar ao limite vermelho. Ah, detalhe importante, a clássica da Yamaha não tem controle de tração nem mapeamento do motor. É tudo na raça.

Os baixinhos não precisam se preocupar com a pilotagem. A altura padrão do banco é de 785 milímetros - a Yamaha não especificou de quantos milímetros será a regulagem. O peso líquido é de 210kg, e a capacidade do tanque de 17,3 litros, sendo 3,2 de reserva. Na avaliação, que incluiu um bom trecho de estrada e uso urbano, o consumo médio ficou em 17km/l. Digamos assim, um consumo um pouco alto para a cilindrada, já que não houve nada exagerado no modo de pilotagem.


Além destas características técnicas o que agrada os apaixonados pela XJ6 N é o design esportivo e agressivo. As tomadas de ar com efeito de fibra de carbono, a carenagem do farol na cor da motocicleta e o banco bipartido com uma boa distância da roda traseira, chamam a atenção. Atração que me rendeu um belo susto logo nos primeiros quilômetros com a XJ6, na Via Dutra, em Guarulhos. Andando dentro dos limites de velocidade da rodovia, percebi pelo retrovisor que uma moto com garupa se aproximava rapidamente. Os caras emparelharam e buzinaram. “Agora ferrou”, pensei. Que nada, apontaram para a moto, sorriram, fizeram sinal de positivo e foram embora. Ufa!!!  Em semáforos, era comum outros motociclistas ficaram olhando e comentando sobre a moto.

Trabalhando bem em baixa e média rotação, a XJ6N serve para quem gosta de esportividade, conforto, quer impressionar e se divertir, aproveitar uma estrada e até curtir toda a sua potência em pistas fechadas. É pura emoção sobre duas rodas.

























quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

BMW S 1000 XR estreia no último filme da série Resident Evil






















A primeira moto crossover da BMW Motorrad - a BMW S 1000 XR - estreou no filme Resident Evil: O Capítulo Final, lançado recentemente nos cinemas de todo o País. Resident Evil: O Capítulo Final é a última edição da mais bem-sucedida franquia de filmes de videogame de todos os tempos, faturando mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo até agora.

A personagem Alice, interpretada por Milla Jovovich, monta a aventureira e esportiva BMW S 1000 XR para retornar para onde o pesadelo começou – o laboratório The Hive, na mansão Arklay, em Raccoon City, onde a Corporação Umbrella está reunindo suas forças para um ataque final contra os sobreviventes do apocalipse. A BMW S 1000 XR é a parceira de Alice para o evento de sua vida. Mesmo em altas velocidades, a agilidade e dinâmica da moto permanecem firmes. É uma moto que oferece o desempenho dinâmico ao pilotar, a posição de assento de uma máquina de aventura e a resistência de uma tourer.

Assista ao trailer:


Fonte: Assessoria de imprensa da BMW

Personagem Alice (Milla Jovovich) durante as filmagens com a moto



quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Andantes do Abaúna realiza XVI Moto Natureza em Getúlio Vargas






O maior Encontro de Motociclistas da região Alto Uruguai, no Rio Grande do Sul, acontece neste final de semana, 28 e 29 de janeiro, na sede do Moto Grupo Andantes do Abaúna, em frente ao parque municipal de Getúlio Vargas.

De acordo com a organização do evento, formada por integrantes do Moto Grupo Andantes do Abaúna, a expectativa é novamente muito boa. A ideia é promover a confraternização entre os amigos e a cada ano a participação do público aumenta.

Para esta edição estão previstos shows de Rock, entre eles as Bandas Daniel Cobra, Acústico JBS e Two Old Dogs, além de muita animação por conta dos participantes que vêm de muitas cidades. 

Mais informações no site do grupo: http://www.andantesdoabauna.com.br/aentidade.php

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Rio de Janeiro sedia a sétima edição do Salão Moto Brasil 2017

Motocicleta customizada exposta na edição de 2016
Divulgação/SMB

 Começa no próximo dia 26 de janeiro a sétima edição do Salão Moto Brasil 2017,  segundo maior evento do segmento no país a ser realizado no Riocentro, Rio de Janeiro, até o dia 29 de janeiro. Um dos objetivos é promover entretenimento, além de negócios, educação e turismo. 

Uma das novidades no “Salão” é um reboque portátil, que pesa 65 kg e desmontado fica com dimensões fáceis de carregar: 95 cm (comprimento) x 45 cm (altura e largura). Não precisa de ferramenta para montar e nos seus 3,05 m (comprimento) x 1,67 m (largura) transporta de Scooters a motos até 510kg. O RE.BO.Q, do Rio de Janeiro, é novo no mercado – lançado em julho do ano passado - e desde então vem despertando a curiosidade dos motociclistas, principalmente dos que por algum motivo precisam transportar suas motos.

E diversão não faltará nos quatro dias. O tradicional Globo da Morte sempre impressiona e não pode faltar. Com olhares atentos e um frio na barriga, o público acompanha os detalhes e cada nova apresentação é como se fosse única. São pilotos do interior paulista que compõem a equipe e mostram suas habilidades.

As manobras radicais com motos também costumam chamar atenção. Neste ano serão duas equipes: Pro Tork Alto Giro e GTM Show (Grupamento Tático de Motociclistas da PMERJ). A perfeição das manobras executadas pela ALTO GIRO durante as apresentações deve-se ao intenso treinamento, para garantir que no momento dos shows tenham total domínio, confiança e habilidade. Já a GTM Show mostrará todo talento e destreza dos policiais ao dominar a moto.

O evento também é lugar de arte. Aquela arte que empresta cor, conceito e originalidade às motos. O assunto desperta tanto interessante que, devido ao sucesso da última edição, o Bike & Art Show – uma “galeria” de arte que reúne as principais tendências e importantes nomes da customização de motocicletas no Brasil – ganhou mais espaço. Serão mais de 1.200 m² de área destinada a exposição de todo tipo de arte relacionada ao motociclismo e a temática é “feito à mão”: pinturas, esculturas, fotografias, tanques e capacetes customizados, peças artesanais e gravação em metais.

Uma das atrações desse espaço será um concurso de motos customizadas, assinadas por respeitados customizadores do Brasil. O público poderá votar por meio de terminais digitais no próprio local. Em paralelo haverá outro concurso, dessa vez com um qualificado quadro de juízes: os próprios customizadores.

Equipe Pro Tork Alto Giro  em ação \ Divulgação
Com o objetivo de difundir e popularizar o interesse por customização e, principalmente, dar espaço ao “artista de garagem” ou o customizador artesanal, divulgar sua arte, o Bike & Art Show 2017 fará uma ação especial chamada “show your ride”. Durante os quatro dias do evento, diariamente, serão escolhidas no estacionamento 3 motos customizadas para ganharem destaque e serem expostas dentro do Salão Moto Brasil. Qualquer customizador artesanal pode participar, basta ir ao evento com a moto customizada.

No “Salão” também será possível voltar ao melhor do passado. Um museu temático com cerca de 200m² reunirá verdadeiras raridades, que carregam histórias capazes de deslumbrar os mais novos e de despertar fortes emoções nos mais velhos. 

E o rock and roll dará o tom ao evento. Vários shows de bandas de rock se apresentarão em um badalado lounge de 2000 m², com direito a palco e food trucks. O local descontraído promete ser o ponto de encontro animado dos visitantes. Os shows serão diários entre 19h e 21h. Entre as bandas já confirmadas estão a Além do Rock, Blood Mary e Faixa Etária. O Bikers Bar - um bar temático que terá dj animando os presentes - é outro lugar que tem tudo para ser parada obrigatória.  


Serviços: 
O Salão Moto Brasil 2017 também é lugar de cuidar da moto. Para isso, serviços estarão à disposição. Será possível comprar o pneu na Pirelli, por exemplo, e realizar a troca no próprio local. Durante a execução do serviço o motociclista ainda pode curtir os eventos. O mesmo poderá ser feito com alguns acessórios: consumidor compra no Salão e troca e/ou instala na hora, na Tenda de Serviço . 

Ingressos: 
Está à venda o 2° lote de ingressos e o valor é de R$ 30 por dia. Quem quiser aproveitar mais, a dica é comprar o cartão válido para todos os dias que custa R$ 90. Caso a opção seja a última, o visitante ainda ganha uma camiseta do evento.

Com ponto de venda móvel e fixos no Rio de Janeiro, pontos fixos em São Paulo e também pela internet, basta escolher a forma mais cômoda para efetuar a compra.  

No Rio de Janeiro, os ingressos podem ser encontrados na All Motos (Copacabana), Candice Cigar (Barra da Tijuca), Copacabanas MC (Copacabana), Dragon's Motos (Maracanã), Gaucho Motos (Tanque), MN Óleo Moto Express (Campo Grande), Motocenter n 1 (São Francisco Xavier), Moto Rio/ Dafra (Botafogo e Taquara), Moto Skull (Campo Grande), Rei das Motos (Taquara) e Rio Harley Davidson (Recreio dos Bandeirantes). Já em Niterói, Fazzy Custom (Santa Rosa) e Quadricenter (Itaipu). Em Nova Iguaçu, a venda é feita no R11 Motos (Centro) e, em Duque de Caxias, na Moto Ralf (25 de agosto). Uma outra opção é o ponto de venda móvel, que leva o ingresso até onde a pessoa está.

Em São Paulo, a venda é feita no PHD Pimenta (Vila Guilherme) e no Shopping Moto Aventura (Centro). 


Pessoas de outros estados ou que preferem a comodidade das compras online, os ingressos também estão à venda no www.ingressorapido.com.br.           


Salão Moto Brasil 2017 - Rio de Janeiro - RJ
Dias: 26, 27, 28 e 29 de janeiro
Informações sobre os pontos de venda de ingressos: www.salaomotobrasil.com.br/ingressos 
Pavilhão 4 do Riocentro - Av. Salvador Allende, 6555 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Horário de funcionamento: quinta e sexta das 14 às 22h, sábado das 12h às 22h e domingo das 12h às 20h
Estacionamento GRATUITO para motociclistas.
Carros pagam R$ 28
Guarda-volumes – R$ 10



Motocicleta customizada exposta na edição de 2016 
Divulgação - Salão Moto Brasil

Fonte - VGCOM - VANESSA GIANNELLINI COMUNICAÇÃO