sábado, 18 de março de 2017

Yamaha XJ6N 2018 chega com mudança de cores, grafismo e regulagem do banco





Yamaha XJ6N ABS na cor Racing Blue (azul metálico): novas cores e novo grafismo
Fotos - Divulgação Yamaha




















Texto - Jorge Massarolo

Apaixonados e doidos pela Yamaha XJ6N ABS podem ficar tranquilos. O modelo, reconhecido pelo seu design esportivo, robustez, potência e ronco do motor, chega às concessionárias da marca com novas cores, grafismos e agora também com regulagem na altura do banco. Ela vem nas cores nas cores Racing Blue (azul metálico) e Matt Grey (cinza metálico) com o preço sugerido pela fabricante de R$ 33.990,00.

Fora esse “facelift”, continua tudo igual na naked, que todos os anos é ameaçada de “extinção” por boatos nas redes sociais. A boataria começou quando a MT-07 foi lançada, em 2015. A verdade é que dados da Abraciclo, (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas) mostram que a XJ6 vem perdendo em vendas para a MT. No ano passado a MT-07 vendeu praticamente 500 unidades a mais que a XJ6 (1.417 para MT-07 e 919 para XJ6). Mas isso não significa sua retirada do mercado, garante a marca japonesa. “Não temos nenhuma informação sobre a descontinuidade da XJ6, um modelo muito inspiracional e que tem fãs cativos”, garante a assessoria de imprensa da Yamaha.

Que assim seja. Sempre ouvi muitos elogios sobre a XJ6N e considerava até um certo exagero. Mas ela me surpreendeu. Em um teste ride o que mais impressionou é a capacidade que ela tem de resgatar velocidade “lá de baixo” e levá-la ao máximo em questão de segundos. Em sexta marcha, a 60km/h, você puxa o acelerador e a velocidade vai subindo, sem o motor “cabecear”, passa dos 100km/h, 120km/h e continua subindo. Uma maravilha e bastante útil tanto no trânsito pesado da cidade como na estrada, pois evita a troca constante de marchas.

Ronco grave


Outra característica marcante é o seu ronco grave, forte, que apaixona logo de cara e faz você querer acelerar mais. Esse ronco, porém, também me fez pensar que estava sobrando motor mesmo em sexta marcha, e aí, de vez em quando ficava cutucando o pedal à procura da sétima marcha. Nesta hora faz falta o indicador de marcha. Falando em ronco, já que ele enfeitiça os apaixonados como o canto da sereia, o escapamento é um detalhe importante. É um 4-2-1 que termina em uma pequena ponteira localizada sob o motor, onde está alojado o abafador e o catalisador. Além de bonito, concentra a massa da moto e melhora o centro de gravidade.
Yamaha XJ6N ABS na cor Matt Grey (cinza metálico)




















A elasticidade da XJ6N vem do motorzão de 600 cilindradas, 16v DOHC, refrigeração líquida, de quatro cilindros em linha, que geram 77,5 cavalos de potência a 10 mil rpm (torque máximo a 6,08 Kfg a 8.500 rpm), distribuídos por uma transmissão de seis velocidades. O torque e a potência são lineares, ou seja, a velocidade vai subindo gradualmente sem trancos no acelerador. Isso a torna moto rápida, fácil de conduzir no trânsito e confortável na estrada. Claro, como toda naked, o piloto segura o vento no peito, o que torna uma longa tocada mais cansativa.

Para segurar esta fera a Yamaha adotou freios ABS duplo de 298 milímetros de diâmetro na dianteira e simples de 245 mm na traseira. A suspensão traseira monocross conta com sete regulagens, a gosto do piloto. O chassi é do tipo diamante em tubos de aço com as dimensões e a geometria desenvolvidas para assegurar uma ótima maneabilidade. Ajudam nesse desempenho o pneu dianteiro com as medidas 120/70 e o traseiro de 160/60, ambos da marca Metzeler.

Painel


O elegante painel digital vem com o básico: velocímetro, hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), mais hodômetro (f-trip) - que conta quantos quilômetros ainda é possível rodar com a gasolina reserva -, marcador do nível de combustível e relógio digital, além de luzes espias, incluindo a indicativa do sistema imobilizador. Já o conta-giros é analógico, perfeito para os esportivos que adoram ver o ponteiro chegar ao limite vermelho. Ah, detalhe importante, a clássica da Yamaha não tem controle de tração nem mapeamento do motor. É tudo na raça.

Os baixinhos não precisam se preocupar com a pilotagem. A altura padrão do banco é de 785 milímetros - a Yamaha não especificou de quantos milímetros será a regulagem. O peso líquido é de 210kg, e a capacidade do tanque de 17,3 litros, sendo 3,2 de reserva. Na avaliação, que incluiu um bom trecho de estrada e uso urbano, o consumo médio ficou em 17km/l. Digamos assim, um consumo um pouco alto para a cilindrada, já que não houve nada exagerado no modo de pilotagem.


Além destas características técnicas o que agrada os apaixonados pela XJ6 N é o design esportivo e agressivo. As tomadas de ar com efeito de fibra de carbono, a carenagem do farol na cor da motocicleta e o banco bipartido com uma boa distância da roda traseira, chamam a atenção. Atração que me rendeu um belo susto logo nos primeiros quilômetros com a XJ6, na Via Dutra, em Guarulhos. Andando dentro dos limites de velocidade da rodovia, percebi pelo retrovisor que uma moto com garupa se aproximava rapidamente. Os caras emparelharam e buzinaram. “Agora ferrou”, pensei. Que nada, apontaram para a moto, sorriram, fizeram sinal de positivo e foram embora. Ufa!!!  Em semáforos, era comum outros motociclistas ficaram olhando e comentando sobre a moto.

Trabalhando bem em baixa e média rotação, a XJ6N serve para quem gosta de esportividade, conforto, quer impressionar e se divertir, aproveitar uma estrada e até curtir toda a sua potência em pistas fechadas. É pura emoção sobre duas rodas.

























quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

BMW S 1000 XR estreia no último filme da série Resident Evil






















A primeira moto crossover da BMW Motorrad - a BMW S 1000 XR - estreou no filme Resident Evil: O Capítulo Final, lançado recentemente nos cinemas de todo o País. Resident Evil: O Capítulo Final é a última edição da mais bem-sucedida franquia de filmes de videogame de todos os tempos, faturando mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo até agora.

A personagem Alice, interpretada por Milla Jovovich, monta a aventureira e esportiva BMW S 1000 XR para retornar para onde o pesadelo começou – o laboratório The Hive, na mansão Arklay, em Raccoon City, onde a Corporação Umbrella está reunindo suas forças para um ataque final contra os sobreviventes do apocalipse. A BMW S 1000 XR é a parceira de Alice para o evento de sua vida. Mesmo em altas velocidades, a agilidade e dinâmica da moto permanecem firmes. É uma moto que oferece o desempenho dinâmico ao pilotar, a posição de assento de uma máquina de aventura e a resistência de uma tourer.

Assista ao trailer:


Fonte: Assessoria de imprensa da BMW

Personagem Alice (Milla Jovovich) durante as filmagens com a moto



quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Andantes do Abaúna realiza XVI Moto Natureza em Getúlio Vargas






O maior Encontro de Motociclistas da região Alto Uruguai, no Rio Grande do Sul, acontece neste final de semana, 28 e 29 de janeiro, na sede do Moto Grupo Andantes do Abaúna, em frente ao parque municipal de Getúlio Vargas.

De acordo com a organização do evento, formada por integrantes do Moto Grupo Andantes do Abaúna, a expectativa é novamente muito boa. A ideia é promover a confraternização entre os amigos e a cada ano a participação do público aumenta.

Para esta edição estão previstos shows de Rock, entre eles as Bandas Daniel Cobra, Acústico JBS e Two Old Dogs, além de muita animação por conta dos participantes que vêm de muitas cidades. 

Mais informações no site do grupo: http://www.andantesdoabauna.com.br/aentidade.php

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Rio de Janeiro sedia a sétima edição do Salão Moto Brasil 2017

Motocicleta customizada exposta na edição de 2016
Divulgação/SMB

 Começa no próximo dia 26 de janeiro a sétima edição do Salão Moto Brasil 2017,  segundo maior evento do segmento no país a ser realizado no Riocentro, Rio de Janeiro, até o dia 29 de janeiro. Um dos objetivos é promover entretenimento, além de negócios, educação e turismo. 

Uma das novidades no “Salão” é um reboque portátil, que pesa 65 kg e desmontado fica com dimensões fáceis de carregar: 95 cm (comprimento) x 45 cm (altura e largura). Não precisa de ferramenta para montar e nos seus 3,05 m (comprimento) x 1,67 m (largura) transporta de Scooters a motos até 510kg. O RE.BO.Q, do Rio de Janeiro, é novo no mercado – lançado em julho do ano passado - e desde então vem despertando a curiosidade dos motociclistas, principalmente dos que por algum motivo precisam transportar suas motos.

E diversão não faltará nos quatro dias. O tradicional Globo da Morte sempre impressiona e não pode faltar. Com olhares atentos e um frio na barriga, o público acompanha os detalhes e cada nova apresentação é como se fosse única. São pilotos do interior paulista que compõem a equipe e mostram suas habilidades.

As manobras radicais com motos também costumam chamar atenção. Neste ano serão duas equipes: Pro Tork Alto Giro e GTM Show (Grupamento Tático de Motociclistas da PMERJ). A perfeição das manobras executadas pela ALTO GIRO durante as apresentações deve-se ao intenso treinamento, para garantir que no momento dos shows tenham total domínio, confiança e habilidade. Já a GTM Show mostrará todo talento e destreza dos policiais ao dominar a moto.

O evento também é lugar de arte. Aquela arte que empresta cor, conceito e originalidade às motos. O assunto desperta tanto interessante que, devido ao sucesso da última edição, o Bike & Art Show – uma “galeria” de arte que reúne as principais tendências e importantes nomes da customização de motocicletas no Brasil – ganhou mais espaço. Serão mais de 1.200 m² de área destinada a exposição de todo tipo de arte relacionada ao motociclismo e a temática é “feito à mão”: pinturas, esculturas, fotografias, tanques e capacetes customizados, peças artesanais e gravação em metais.

Uma das atrações desse espaço será um concurso de motos customizadas, assinadas por respeitados customizadores do Brasil. O público poderá votar por meio de terminais digitais no próprio local. Em paralelo haverá outro concurso, dessa vez com um qualificado quadro de juízes: os próprios customizadores.

Equipe Pro Tork Alto Giro  em ação \ Divulgação
Com o objetivo de difundir e popularizar o interesse por customização e, principalmente, dar espaço ao “artista de garagem” ou o customizador artesanal, divulgar sua arte, o Bike & Art Show 2017 fará uma ação especial chamada “show your ride”. Durante os quatro dias do evento, diariamente, serão escolhidas no estacionamento 3 motos customizadas para ganharem destaque e serem expostas dentro do Salão Moto Brasil. Qualquer customizador artesanal pode participar, basta ir ao evento com a moto customizada.

No “Salão” também será possível voltar ao melhor do passado. Um museu temático com cerca de 200m² reunirá verdadeiras raridades, que carregam histórias capazes de deslumbrar os mais novos e de despertar fortes emoções nos mais velhos. 

E o rock and roll dará o tom ao evento. Vários shows de bandas de rock se apresentarão em um badalado lounge de 2000 m², com direito a palco e food trucks. O local descontraído promete ser o ponto de encontro animado dos visitantes. Os shows serão diários entre 19h e 21h. Entre as bandas já confirmadas estão a Além do Rock, Blood Mary e Faixa Etária. O Bikers Bar - um bar temático que terá dj animando os presentes - é outro lugar que tem tudo para ser parada obrigatória.  


Serviços: 
O Salão Moto Brasil 2017 também é lugar de cuidar da moto. Para isso, serviços estarão à disposição. Será possível comprar o pneu na Pirelli, por exemplo, e realizar a troca no próprio local. Durante a execução do serviço o motociclista ainda pode curtir os eventos. O mesmo poderá ser feito com alguns acessórios: consumidor compra no Salão e troca e/ou instala na hora, na Tenda de Serviço . 

Ingressos: 
Está à venda o 2° lote de ingressos e o valor é de R$ 30 por dia. Quem quiser aproveitar mais, a dica é comprar o cartão válido para todos os dias que custa R$ 90. Caso a opção seja a última, o visitante ainda ganha uma camiseta do evento.

Com ponto de venda móvel e fixos no Rio de Janeiro, pontos fixos em São Paulo e também pela internet, basta escolher a forma mais cômoda para efetuar a compra.  

No Rio de Janeiro, os ingressos podem ser encontrados na All Motos (Copacabana), Candice Cigar (Barra da Tijuca), Copacabanas MC (Copacabana), Dragon's Motos (Maracanã), Gaucho Motos (Tanque), MN Óleo Moto Express (Campo Grande), Motocenter n 1 (São Francisco Xavier), Moto Rio/ Dafra (Botafogo e Taquara), Moto Skull (Campo Grande), Rei das Motos (Taquara) e Rio Harley Davidson (Recreio dos Bandeirantes). Já em Niterói, Fazzy Custom (Santa Rosa) e Quadricenter (Itaipu). Em Nova Iguaçu, a venda é feita no R11 Motos (Centro) e, em Duque de Caxias, na Moto Ralf (25 de agosto). Uma outra opção é o ponto de venda móvel, que leva o ingresso até onde a pessoa está.

Em São Paulo, a venda é feita no PHD Pimenta (Vila Guilherme) e no Shopping Moto Aventura (Centro). 


Pessoas de outros estados ou que preferem a comodidade das compras online, os ingressos também estão à venda no www.ingressorapido.com.br.           


Salão Moto Brasil 2017 - Rio de Janeiro - RJ
Dias: 26, 27, 28 e 29 de janeiro
Informações sobre os pontos de venda de ingressos: www.salaomotobrasil.com.br/ingressos 
Pavilhão 4 do Riocentro - Av. Salvador Allende, 6555 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Horário de funcionamento: quinta e sexta das 14 às 22h, sábado das 12h às 22h e domingo das 12h às 20h
Estacionamento GRATUITO para motociclistas.
Carros pagam R$ 28
Guarda-volumes – R$ 10



Motocicleta customizada exposta na edição de 2016 
Divulgação - Salão Moto Brasil

Fonte - VGCOM - VANESSA GIANNELLINI COMUNICAÇÃO





domingo, 15 de janeiro de 2017

Conheça a nova Honda XRE 300 ano 2017

Modelo chega em sua versão 2017 com diferenciais 
exclusivos que reforçam o melhor custo benefício do segmento



























A XRE 300 chega em sua versão 2017 como um dos modelos mais premiados pela imprensa especializada. Projetada para quem necessita de um meio de locomoção para o dia a dia nas cidades e para aqueles que desejam se aventurar pelo on-off ou estradas aos finais de semana, a representante trail da Honda possui como destaques a tecnologia de freios C-ABS (Combined ABS), que proporciona maior controle de estabilidade em frenagem, novas cores e grafismos em traços que dão um toque a mais de esportividade, além do diferencial nos 3 anos de garantia com 7 trocas de óleo gratuitas em sete revisões.

Versátil e dinâmica, a linha 2017 contempla as novas opções de cores, preto e erde perolizado, na versão STD, e a inédita branco rally, somente na C-ABS. Com visual inspirado nas tradicionais cores do Team HRC (Honda Racing Corporation),  dispõe de detalhes exclusivos como o tanque em azul em mesclas de linhas em tom tricolor (azul, vermelho e branco) ao longo das carenagens laterais reforçando o lado Adventure da XRE 300.

O painel de instrumentos é do tipo Blackout que, além de oferecer ótima visualização, traz informações completas como velocidade, medidor e consumo de combustível, tacômetro, hodômetro total e parcial, além de luzes espiãs, que auxiliam no monitoramento da motocicleta, além de outros itens essenciais para uma pilotagem segura como lampejedor do farol. O tanque de combustível tem capacidade de 13,8 litros (reserva de 3,9 litros), além de tampa do combustível articulada, mais prática e esportiva

Pioneirismo tecnológico


























Exclusivo em sua categoria, o sistema de freios da XRE 300 é o C-ABS (Combined ABS), sistema criado e desenvolvido pela Honda exclusivamente para modelos "on/off road" e que se tornou referência no segmento. Ele reúne os benefícios do ABS (Anti-Lock Brake System) e do CBS (Combined Brake System). Enquanto o primeiro evita o travamento das rodas em frenagem bruscas, facilitando o controle do veículo em situações de emergência, o segundo distribui a força de frenagem entre as rodas traseira e dianteira, aumentando a eficiência e evitando o mergulho da suspensão dianteira e perda de aderência e/ou travamento do pneu traseiro.

Desempenho e eficiência


Equipada com motor DOHC (Double Over Head Camshaft), com duplo comando no cabeçote de 291,6 cm³, o conjunto apresenta características técnicas para pilotagens que necessitem de desempenho, economia e eficiência. Monocilíndrico de quatro tempos, tem arrefecimento a ar alimentado por injeção eletrônica PGMFi, desenvolvendo potência máxima de 25,4 cv a 7.500 rpm e torque de 2,76 kgf.m a 6.000 rpm quando alimentados por gasolina e 25,6 cv a 7.500 rpm e torque de 2,80 kgf.m a 6.000 rpm quando alimentada por etanol. O câmbio é de 5 velocidades com escalonamento engrenado que permite melhor aproveitamento da potência e torque e transmissão final por corrente.

Com grande agilidade e estabilidade para uma pilotagem fácil e segura para qualquer tipo de terreno, a ciclística da XRE 300 utiliza uma configuração de chassi berço semiduplo que oferece comportamento estável em qualquer tipo de resposta para uso em terrenos distintos. Seu conjunto de suspensão utiliza garfo telescópico com 245 mm de curso na dianteira. Já a traseira conta com suspensão mono-amortecida tipo Pró-link com curso de 225mm e balança de alumínio, características que tornam a pilotagem mais macia e prazerosa.


























Outro diferenciado do modelo são os aros de alumínio cromatizado preto em linhas mais sofisticadadas e que contribuem para uma excelente ciclística. Nela estão alçadas ainda pneus para uso de tipo misto na configuração 10/90 – 21M/C (dianteiro) e 120/80 – 18M/C (traseiro). O modelo mantem ainda a boa ergonomia e o conforto característico tanto para o piloto como para o garupa, um DNA da marca.

Fabricada em Manaus (AM) a linha 2017 da XRE 300 estará disponível em toda rede de concessionários Honda à partir de Fevereiro. Na versão Standard, as cores disponíveis serão verde perolizado e preto, com preço público sugerido de R$ 16.190,00. Já a C-ABS, com freios antitravamento e combinados eletronicamente, o modelo traz com exclusividade a inédita cor Branco Rally, com preço público sugerido de R$ 17.990,00. Os valores têm como base o Estado de São Paulo, sem despesas com frete ou seguro. A garantia é de três anos sem limite de quilometragem, com fornecimento gratuito de óleo em sete revisões.

Fonte - 
Texto e fotos da assessoria de imprensa da Honda

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Triumph Thruxton R, retoma o legado das café racer






















A Triumph acaba de lançar no Brasil a nova Thruxton R. O modelo foi apresentado à imprensa mundial em outubro do ano passado, em Londres, e agora está à disposição dos brasileiros por R$ 55,5 mil nas concessionárias da marca. A Thruxton faz parte do projeto da nova linha Bonneville, que levou quatro anos para ser concluído. O resultado é a uma geração com cinco novas máquinas (Street Twin, Bonneville T120, Bonneville T120 Black, Thruxton e Thruxton R), todas elas com motores totalmente reformulados.

De todos os novos membros da família Bonneville, a Thruxton se destaca por ter um nome cada vez mais lendário ao redor do mundo. Já nas décadas de 1960 e 70, ela era sinônimo do sucesso da Triumph em competições, especialmente no Tourist Trophy da Ilha de Man, e inspirou toda uma geração de jovens adeptos do estilo café racer e especialistas em customização.


A nova Thruxton devolve ao segmento café racer as raízes de seu legado de desempenho, com toda a potência entregue pelo motor de 1.200 cilindradas. A versão anterior tinha 900 cc. Com dois cilindros paralelos de alta potência e refrigeração líquida, tem seis velocidades e vem equipada com um virabrequim mais leve, alta compressão e uma câmara de ar exclusiva, gerando 112 Nm (a 4.950 rpm), 62% acima da geração anterior. Sua potência máxima é de 97cv a 6.750rpm

Com estilo bonito, e alto nível de detalhamento e acabamento, o novo motor, o escapamento e os corpos do acelerador incorporam traços das Thruxton de corrida originais com o que há de mais moderno em tecnologia para motocicletas. Entre eles estão freios ABS, controle de tração, embreagem deslizante assistida, lanterna e faróis em LED, entrada USB, imobilizador do motor e o acelerador eletrônico (ride-by-wire), que permitiu a inclusão de três modos de pilotagem: estrada, chuva e esportiva. O modo esportivo, obviamente mais agressivo, responde imediatamente ao acelerador e exige cuidado do piloto para manter a roda dianteira no chão.

O painel é formado por velocímetro e tacômetro analógico, indicador de posição de marcha, medidor de combustível, autonomia, indicador de manutenção, relógio, computador de bordo, botão “scroll” e botões de modos de pilotagem no guidão, status de aquecimento das manoplas, consumo de combustível, mostrador de status do controle de tração e exibição do mapa do acelerador.






Para segurar este bólido, a Triumph equipou a Thruxton R com discos duplos dianteiros Brembo de 310 milímetros e disco único de 220 mm com pinça Nissin na traseira. A suspensão é formada por grandes garfos de pistão invertidos Showa na frente e monoshock Ohlins ajustável na traseira. Os pneus são Pirelli Diablo Rosso Corsa. O par de escapamentos duplos, tipo megafone reverso em aço inoxidável escovado, deixa sair um ronco forte, que convida o piloto a acelerar mais. Som que combina com sua presença poderosa e seu desempenho. 




















A ergonomia esportiva, suspensão totalmente ajustável e uma roda dianteira de 17 polegadas permitem boa manobrabilidade e agilidade. O modelo está disponível em duas cores: Diablo Red e Silver Ice e pode ser “estilizada” com mais de 160 acessórios.

Isso abrange uma garagem cheia de peças customizadas, incluindo carenagem do cockpit esculpida, escapamentos Vance & Hines, conjuntos removíveis do para-lama traseiro e guidão baixo clipon. Além disso, também foram criados kits especiais para servir como ponto de partida para os clientes criarem sua própria customização.



Primeiras impressões



























Pilotar uma autêntica café racer é o que se pode chamar de privilégio. Primeiro, pela tradição que ela carrega. Segundo, por ser uma máquina bonita, estilosa e de grande potência. Suas 1.200 cilindradas jogam alto torque sobre a roda traseira, o que lhe confere uma arrancada poderosa e exige habilidade do piloto para evitar que roda empine.

A Thruxton testada pelo Correio, na cor vermelha, com detalhes em aço escovado, é uma café racer pronta de fábrica, mas que pode ser customizada ao gosto do piloto. Elegante nos mínimos detalhes, ela chama a atenção por onde passa pelo seu estilo retro esportivo. A Thruxton abriga detalhes de alta qualidade como capa para o assento, garfo superior polido, friso do tanque em alumínio e braço oscilante em alumínio anodizado claro. Detalhe para o guidão baixo, típico das café racer.

A posição de pilotagem é esportiva, com pedaleiras mais recuadas, que deixam as pernas encolhidas e os braços tencionados para frente. É uma posição cansativa para longas viagens, mas boa para “rolês”. Seus 97 cavalos parecem pouco, mas é engano. Ela tem grande torque, é rápida como uma bala e mesmo assim seu consumo ficou na média de 18km/l. O tanque tem capacidade para 14,5 litros. A esportividade Thruxton R é realçada pelos retrovisores na ponta do guidão, que mesmo pequenos, oferecem boa visibilidade.

A suspensão absorve bem as irregularidades de nossas ruas, sem passar desconforto ao piloto. E nada de garupa. A verdadeira café racer não tem garupa. Apesar de ter uma boa ciclística, seu peso parece estar concentrado na roda dianteira, o que exige força para pequenas manobras. Sem dúvidas, é uma máquina com estilo, personalidade, motor potente e que permite uma variada customização, exatamente como manda a história da café racer.






Conceito café racer

O conceito café racer nasceu na década de 1960, com motociclistas rebeldes que queriam uma moto rápida e personalizada para disputas entre cafés - lanchonetes de beira de estrada - ao longo das rodovias britânicas. O objetivo era voltar para o café antes de uma música na jukebox ter terminado. Fãs de rock, se vestiam com casacos de couro e tinham motos preparadas para velocidades acima de 160 km/h. As máquinas tinham que ser leves, guidão curto, e não primavam pelo conforto. Entre as marcas preferidas estavam a Triumph, BSA e Norton. O apelido foi dado por caminhoneiros, que zombavam dos pilotos dizendo que eles não seriam verdadeiros pilotos de corridas, mas corredores de café (café racers).






































Texto: Jorge Massarolo
Fotos: Verônica Cardoso e divulgação